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Os preços dos machos prontos para abate têm registrado valorização mais intensa que os das fêmeas no mercado paulista, ampliando a diferença entre as cotações das duas categorias. Segundo o CEPEA, esse movimento reflete a menor disponibilidade de machos, enquanto a oferta relativa de fêmeas permanece mais elevada.
Segundo o CEPEA, na parcial de outubro (até o dia 27), a diferença entre os preços médios de machos e fêmeas no mercado paulista é a maior para um mês de outubro desde 2022, com vantagem para os preços dos machos.
De acordo com pesquisadores do CEPEA, esse movimento está associado à valorização mais intensa de machos, sustentada pela oferta mais restrita desses animais desde o início de 2026. As fêmeas, por sua vez, apresentam disponibilidade relativa mais elevada e têm maior participação no abastecimento do mercado interno.
O CEPEA destaca que as escalas de abate permanecem curtas em diversas regiões. Na parcial deste mês, as médias das escalas recuaram em relação a setembro nos estados de São Paulo, Paraná, Mato Grosso e Pará.
Suínos
Após uma sequência de altas, o mercado de suíno vivo registrou oscilações de preços entre as regiões acompanhadas pelo CEPEA nestes últimos dias. Segundo pesquisadores do CEPEA, as cotações da carcaça suína negociada no atacado da Grande São Paulo, por sua vez, registraram a primeira queda semanal desde o início do mês passado.
Para o CEPEA, a menor liquidez da carne também limitou as altas do suíno vivo em algumas regiões. Quanto aos cortes, o CEPEA ressalta que os preços do pernil e do lombo aumentaram nos últimos dias, com a procura aquecida, impulsionada pela proximidade das festas de fim de ano.
Fonte: CEPEA