A China é um importante importador de grãos do Brasil, entre eles o milho e a soja. Anualmente são exportados cerca de 10 milhões de toneladas de milho, o que representa 50% das exportações brasileiras do produto para o Exterior.
O presidente executivo, Alysson Paolinelli, e o presidente institucional, Sérgio Luis Bortolozzo, ambos da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho), fizeram parte da comitiva, que reuniu outros importantes representantes do setor agrícola, como a Associação Produtora de Soja (Aprosoja) e a Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem).
Os dois presidentes da Abramilho aproveitaram o encontro para conhecer de perto os costumes e as necessidades do consumidor asiático, ampliar as relações comerciais e, também, debater a questão da produção transgênica, que tanto causa preocupação ao governo chinês.
Todo ano, cerca de sete milhões de pessoas nascem na China e, aproximadamente 16% dos chineses passam fome, o que representa uma importante oportunidade de fornecimento de alimento por parte do Brasil para àquela região.
Durante a visita, os representantes da Abramilho mostraram como é feito o cultivo do milho no Brasil, demonstrando as avançadas tecnologias utilizadas em seu cultivo, com ganho de produtividade e diminuição de custos. Foi explicado que o produto transgênico é tão seguro quanto o natural, além do que sua produção proporciona maior competitividade ao mercado devido à sua alta produtividade.
Recentemente o Brasil firmou um protocolo de exportação do milho para a China, quando o ex-ministro da Agricultura, Alysson Paolinelli, participou da missão levando sua experiência e conhecimento sobre agricultura e esse mercado ao povo asiático.
“Encontros como esses, de troca de experiências e culturas, reforçam o relacionamento e abrem portas para futuras negociações e investimentos no setor, principalmente em relação à logística da entrega dos grãos entre os dois países”, completou Paolinelli.
“A visita à China foi muito produtiva, além de estreitarmos relacionamento, conseguimos apresentar às autoridades chinesas as vantagens da de termos um processo regulatório mais célere e transparente, como forma de aumentar a produtividade e reduzir custos, questão muito importante para assegurar o fornecimento de alimentos para aquele país”, afirmou Bortolozzo.
Fonte: Agrolink