CEPEA: Agromensais de Junho/2023

Açúcar

O ritmo das negociações envolvendo o açúcar cristal branco foi calmo no mercado spot paulista no início de junho, e a demanda não mostrou sinais de aquecimento. A produção do açúcar chegou a ser interrompida em alguns dias da primeira quinzena, devido às chuvas, contexto que deu suporte aos preços da saca do cristal. Já a partir da segunda quinzena, os valores médios do açúcar cristal branco registraram queda. O clima seco deu impulso à produção nas usinas, aumentando a oferta de lotes do cristal branco para pronta-entrega, em especial o tipo Icumsa 180, e houve aumento na liquidez. Outros fatores que exerceram pressão sobre as cotações domésticas do cristal branco foram as desvalorizações dos contratos externos do demerara e do dólar.

O Indicador do Açúcar Cristal CEPEA/ESALQ (estado de São Paulo) acumulou baixa de 5,94% em junho, fechando a R$ 139,89/saca de 50 kg no dia 30. A média mensal foi de R$ 144,99/saca de 50 kg em junho/23, baixa de 2,57% em relação à de maio/23 (R$ 148,82/sc), mas alta de 13,39% frente à de junho/22 (R$ 127,87/saca de 50 kg), em termos nominais.

Segundo a União da Indústria de Cana-de-açúcar e Bioenergia (Unica), na primeira quinzena de junho, foram processadas 40,3 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, contra 38,67 milhões no mesmo período da safra 2022/23, avanço de 4,2%. No acumulado da safra 2023/24 (de 1º de abril até a primeira quinzena de junho), a moagem atingiu 166,31 milhões de toneladas, ante 146,06 milhões de toneladas registradas no mesmo período no ciclo 2022/23, aumento de 13,87%. A produção de açúcar na primeira quinzena de junho totalizou 2,55 milhões de toneladas, elevação de 18,71% quando comparada àquela registrada no mesmo período da safra 2022/23 (de 2,15 milhões de toneladas). No acumulado da temporada, a fabricação do adoçante totaliza 9,53 milhões de toneladas, contra 7,21 milhões de toneladas do ciclo anterior (+32,13%).

Algodão

As cotações domésticas do algodão em pluma recuaram em junho, voltando aos patamares observados em meados de outubro/20. A pressão veio dos menores valores observados para a pluma posta na Ásia e também da desvalorização do dólar, que reduziram a paridade de exportação. No mercado interno, a demanda seguiu enfraquecida, com indústrias adquirindo novos lotes apenas quando houve necessidade. As estimativas de que a nova safra seja volumosa reforçaram a pressão sobre os valores domésticos.

Entre 31 de maio e 30 de junho, o Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, recuou expressivos 12,51%, fechando a R$ 3,5984/lp no dia 30 – o menor valor nominal desde 15 de outubro de 2020 (R$ 3,5616/lp). Ainda assim, em junho, a média do Indicador foi de R$ 3,9499/lp, 0,54% acima da de maio/23, mas 46,64% menor que a de junho/22, em termos nominais.

Mercado internacional

Cálculos do Cepea apontam que as paridades de exportação na condição FAS (Free Alongside Ship) caíram 10,7% entre 31 de maio e 30 de junho, para R$ 3,6982/lp (US$ 0,7716/lp) no porto de Santos (SP) e R$ 3,7087/lp (US$ 0,7738/lp) no de Paranaguá (PR) no dia 30. Isso é resultado da baixa de 5,17% do Índice Cotlook A (referente à pluma posta no Extremo Oriente), para US$ 0,8890/lp, e da desvalorização de 5,63% do dólar frente ao Real no acumulado de junho – a moeda norte-americana encerrou o mês a R$ 4,7930/lp no dia 30. Na Bolsa de Nova York (ICE Futures), entre 31 de maio e 30 de junho, o vencimento Jul/23 se desvalorizou 0,77%, a US$ 0,8284/lp. Já o contrato Out/23 avançou 1,58%, a US$ 0,8158/lp; o Dez/23, 1,13%, a US$ 0,8037/lp; e o Mar/24, 0,87%, a US$ 0,8025/lp.

Arroz

Depois de caírem por praticamente oito semanas, os preços do arroz em casca reagiram na última semana de junho, encerrando o mês na casa dos R$ 82,00/saca de 50 kg. Este cenário esteve atrelado à tímida apreciação do dólar frente ao Real no período, que elevou o interesse do vendedor em negociar o arroz com o mercado externo. Assim, nos últimos dias do mês, algumas tradings estiveram mais ativas, buscando lotes de arroz para atender aos contratos de exportação.

Em junho, o Indicador CEPEA/IRGA-RS (58% de grãos inteiros e pagamento à vista) oscilou entre R$ 81,36/sc de 50 kg e R$ 82,70/sc de 50 kg, ou seja, o valor máximo ficou apenas 1,7% maior que o valor mínimo. A média mensal foi de R$ 81,92/sc de 50 kg, 3,8% inferior à de maio/23, mas 12,7% acima da de junho/22, em termos nominais. No acumulado do mês, o Indicador teve ligeira queda de 0,9%%, encerrando a R$ 82,00/sc no dia 30.

Dentre as regiões acompanhadas pelo Cepea no Rio Grande do Sul, todas apresentaram quedas entre as médias de maio para junho. Na Depressão Central, a média ficou em R$ 79,17/sc, baixa de 5,35%. Na Fronteira Oeste, Planície Costeira Externa, Zona Sul, Campanha e Planície Costeira Interna, as retrações foram de 3,83%, 3,78%, 3,53%, 3,20% e 2,81%, respectivamente, com as médias de junho a R$ 80,86/sc, R$ 83,69/sc, R$ 83,97/sc, R$ 80,50/sc e R$ 83,96/sc, nesta ordem.

Considerando-se os demais rendimentos acompanhados pelo Cepea, a média dos preços do produto de 63 a 65% de grãos inteiros caiu 3,66% entre maio/23 e junho/23, encerrando a R$ 83,79/sc no último mês. Para o rendimento de 59 a 62% de grãos inteiros, a queda foi de 3,49% no mesmo período, a R$ 82,37/sc. Para os grãos de 50 a 57% de inteiros, a média recuou 3,69%, a R$ 78,38/sc em junho/23.

Boi

Os preços da arroba do boi gordo esboçaram certa reação no final de junho, levando o Indicador do boi gordo CEPEA/B3 (estado de São Paulo) a acumular recuperação de 4,5% no mês. Apesar disso, o primeiro semestre se encerra com os preços da arroba bovina em forte queda. E essas desvalorizações mantiveram muitos pecuaristas em alerta ao longo desse período, que foi marcado por oferta maior de animais para abate e pela suspensão – de um mês – nos envios de carne bovina ao principal destino da proteína nacional, a China.

No acumulado da parcial deste ano (de 29 de dezembro de 2022 a 30 de junho de 2023), o Indicador registrou queda de 11,4%. Quando consideradas as médias mensais deflacionadas (pelo IGP-DI), a de junho, de R$ 248,80, ficou 11,7% inferior à de dezembro/22.

Analisando-se a série do Indicador do boi gordo CEPEA/B3, a queda na média observada de dezembro para junho é a mais intensa desde 2005, quando a retração na parcial daquele ano foi de 13,43%. O outro ano em que os valores da arroba bovina caíram de forma tão forte como atualmente foi em 2003, quando o Indicador recuou 12,45%.

Café

Os preços internos do café arábica recuaram com força em junho. O Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, posto na capital paulista, fechou a R$ 825,59/saca de 60 kg no dia 30, expressiva baixa de 16,7% (ou de 165,46 Reais/sc) no acumulado do mês. A média mensal, de R$ 928,86/sc, foi a menor, em termos nominais, desde julho de 2021.

As desvalorizações do grão, apesar de gerarem grande preocupação entre produtores – que, vale lembrar, adquiriram insumos a preços muito elevados –, acabaram resultando em ligeiros aumentos no ritmo de negócios em determinados momentos do mês. Isso porque cafeicultores estão apreensivos de que novas baixas ocorram, fundamentados no andamento da colheita e no rendimento dos talhões. Ressalta-se que, com o avanço da colheita, é comum que os preços caiam, mas os atuais patamares já estão baixos. Como comparação, em junho do ano passado, a saca de arábica era negociada na casa dos R$ 1.300,00.

Para o robusta, as cotações iniciaram junho em alta e se mantiveram firmes ao longo da primeira quinzena do mês, sustentadas pelo consenso entre agentes em relação à queda de produção da variedade. No entanto, com a pressão de compradores e com as desvalorizações externas, os preços passaram a recuar.

No acumulado de junho, o Indicador do café robusta CEPEA/ESALQ caiu 8%, fechando a R$ 644,31/sc de 60 kg no dia 30. No entanto, a média mensal ainda superou em 4% a do mês anterior, a R$ 706,26/sc, resultado do fato de o Indicador ter operado acima dos R$ 700/sc na maior parte do mês.

Etanol

Os preços dos etanóis hidratado e anidro no estado de São Paulo caíram no balanço dos três primeiros meses da safra 2023/24 (abril, maio e junho/23) frente aos do mesmo período da temporada passada.

Na parcial da atual safra, as médias dos Indicadores CEPEA/ESALQ dos etanóis hidratado e do anidro em São Paulo foram de R$ 2,6287/litro e de R$ 3,0096/litro, respectivamente, sendo ambos 16% inferiores aos do mesmo período de 2022, em termos reais (as médias mensais foram deflacionadas pelo IGP-M de junho/23).

Em junho, especificamente, o volume de etanol hidratado negociado por usinas paulistas foi 4,17% menor que o de maio. Diante disso, considerando-se as semanas cheias de junho, a média do Indicador CEPEA/ESALQ do hidratado foi de R$ 2,5311/litro, queda de 2,39% em relação ao mês anterior. No caso do anidro, no mesmo comparativo e considerando-se somente o mercado spot (Indicador CEPEA/ESALQ), a redução foi de 1,38%, com a média a R$ 2,983/litro.

Frango

A oferta elevada de aves, resultado do aumento do alojamento, e o baixo ritmo de vendas de carne, sobretudo no encerramento de junho, pressionaram fortemente as cotações dos produtos avícolas no mercado nacional no mês.

No atacado do estado de São Paulo, tanto o frango inteiro congelado quanto o resfriado registraram média de R$ 6,03/kg em junho, desvalorizações de 7,9% e de 8,4%, respectivamente, frente às de maio. No comparativo anual, as quedas são ainda mais intensas, de 21,6% e de 21,9% na mesma ordem, em termos nominais.

Exportação

Segundo os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), em 21 dias úteis de junho, foram embarcadas 419,3 mil toneladas de carne de frango in natura, com média diária de 20 mil toneladas, 9% superior à de maio e ainda 5% acima da do mesmo período em 2022.

Milho

Os preços domésticos do milho iniciaram junho enfraquecidos, mas reagiram na segunda semana no mês, interrompendo o movimento de baixa que vinha sendo registrado desde março. O impulso veio das valorizações externas do cereal, que, por sua vez, foram influenciadas por preocupações quanto ao desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos. Já na última semana do mês, os valores do cereal voltaram a cair com certa força no Brasil, levando os valores médios mensais aos menores patamares desde 2019.

Preços

O Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) acumulou alta de 3% em junho, encerrando a R$ 55,36/sc de 60 kg no dia 30 de junho. No entanto, a média mensal, de R$ 55,04/saca de 60 kg, foi a menor, em termos reais (deflacionados pelo IGP-DI de maio/23), desde maio de 2019, quando foi de R$ 53,07/sc. E esse cenário de queda foi observado na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. No balanço das praças, de maio para junho, as quedas nos preços foram de 5,1% no mercado de balcão (ao produtor) e de 7,1% no disponível (negociações entre empresas).

Mercado externo

Apesar das preocupações com o clima seco o quente nos Estado Unidos na maior parte de junho, as estimativas oficiais do USDA seguem indicando maior produção norte-americana em 2023/24. Em junho, o Departamento indicou que os EUA devem produzir 387,75 milhões de toneladas, 11% superior ao da temporada 2022/23. A produção mundial é estimada em 1,22 bilhão de toneladas, aumento de 6%. Esse cenário fez com que os preços recuassem e na Bolsa de Chicago (CME Group). Entre 31 de maio e 30 de junho, o primeiro vencimento recuou 6,6%, fechando a US$ 5,545/bushel (US$ 218,29/t) no dia 30.

Ovinos

O mês de junho foi marcado pela recuperação nos preços do cordeiro vivo. Em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea, os valores médios do animal em junho superaram os de maio, movimento que se deve ao aumento na procura.

No Centro-Oeste, o mercado apresentou aumentos expressivos nos preços. Colaboradores do Cepea relatam que as vendas estiveram aquecidas, resultando em maior liquidez. Em Mato Grosso, a valorização do animal foi de fortes 33,3% de maio para junho, com a média passando para R$ 12,00/kg.

No Nordeste, as vendas também apresentaram bons resultados. Na Bahia, o quilo do animal passou de R$ 16,17 em maio para R$ 18,29 em junho, alta de 13,1% no período.

Em São Paulo, o avanço na média foi de 5,4%, com o animal negociado a R$ 13,00/kg. Agentes consultados relataram aumento na procura pela carne ovina, o que impulsionou os valores dos animais.

Soja

As negociações de soja continuaram aquecidas em junho. Isso porque, com a entrada da segunda safra de milho, cooperativas e cerealistas influenciaram produtores a liquidarem parte do remanescente da safra verão, no intuito de liberar espaço nos armazéns. Esse cenário elevou a liquidez da oleaginosa no mercado brasileiro, mesmo a preços menores. A desvalorização do dólar frente ao Real reforçou a pressão sobre os valores no Brasil. A moeda norte-americana registrou quedas de 2,7% entre as médias de maio e junho e de 9,7% na comparação com jun/22, a R$ 4,844 no último mês.

De acordo com a Secex, embora as exportações da soja tenham recuado 11% frente a maio, os embarques somaram 13,8 milhões de tonelada de soja em junho, um recorde para o mês. No primeiro semestre deste ano, o Brasil embarcou quantidade recorde de 62,89 milhões de toneladas da oleaginosa, 18,6% superior ao verificado no mesmo período do ano passado.

Em junho, a média mensal do Indicador da soja ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá (PR) foi de R$ 136,45/sc de 60 kg, a menor desde fev/20, em termos reais (as médias foram deflacionadas pelo IGP-DI de maio/23), com baixas de 1,2% na comparação com maio/23 e de 25,5% em relação a jun/22.

Front externo

Os futuros do óleo de soja subiram na Bolsa de Chicago (CME Group). A Indonésia, maior exportadora global de óleo de palma, sinalizou possível aumento na mistura obrigatória do biodiesel ao óleo diesel, que pode passar de 35% para 40%. Vale lembrar que o governo da Indonésia já havia feito alterações em fevereiro deste ano, quando a mistura obrigatória passou de 30% para 35%.

Caso esse cenário seja confirmado, a disponibilidade do óleo de palma da Indonésia para exportação deve se reduzir (o país é o principal exportador mundial deste subproduto). Como consequência, a demanda global por óleo de soja deve aumentar – esses derivados são concorrentes diretos.

Do lado da oferta, a Argentina (maior exportadora mundial de derivados de soja) deve disponibilizar ao mercado global apenas 3,75 milhões de toneladas do coproduto nesta temporada, de acordo com o USDA, a quantidade mais baixa em 22 anos. A menor oferta, por sua vez, se deve à quebra na produção de soja no país, em decorrência do clima desfavorável no período de cultivo da oleaginosa.

Trigo

Em junho, enquanto a semeadura da safra nacional de trigo seguiu avançando, simultaneamente, a colheita foi iniciada em algumas áreas no País. Na Argentina, principal origem do trigo importado pelo Brasil, a área com o cereal na atual temporada foi novamente reajustada para baixo e, agora, deve ser inferior à da safra passada.

Após atingir recorde em 2022, a produção nacional de trigo deve ser um pouco menor em 2023. Isso porque, apesar de a área a ser semeada no Brasil superar a de 2022, a perspectiva é de queda na produtividade.

De acordo com os dados divulgados em junho pela Conab, a produção da nova safra está estimada em 9,7 milhões de toneladas, 7,4% inferior à da temporada passada, que foi recorde. A área com trigo no Brasil está prevista para ser 9,7% maior que a da temporada anterior, para 3,38 milhões de hectares. Todavia, as estimativas de produtividade se reduziram, ficando 15,6% inferior a 2022, com média nacional de 2,88 toneladas/hectare.

Balança Comercial

De acordo com dados preliminares da Secex, nos 21 dias úteis de junho, as importações somaram 317,64 mil toneladas, contra 627,49 mil toneladas em junho/22. Em relação ao preço de importação, a média de junho/23 esteve em US$ 316,4/t FOB origem, 18,6% abaixo da registrada no mesmo mês de 2022 (de US$ 388,9/t).

O Brasil embarcou apenas 4,2 toneladas, contra 36,31 mil toneladas em todo o mesmo mês do ano passado, também segundo a Secex.

Mercado externo

A produção mundial de trigo 2023/24 deve ser de 800,18 milhões de toneladas, 1,5% maior que na temporada anterior (2022/23), segundo o USDA.

Quanto ao consumo mundial, a estimativa do Departamento é de 796,13 milhões de toneladas em 2023/24, sendo 0,4% superior ao de 2022/23. Com isso, os estoques finais podem somar 270,7 milhões de toneladas, alta de 1,5% no mesmo comparativo. Em relação às exportações da safra 2023/24, o USDA prevê volume de 212,4 milhões de toneladas transacionadas, 0,9% superior ao da safra 2022/23, ainda com Rússia, União Europeia e Canadá como principais exportadores.

No mês, a alta do primeiro vencimento do Soft Red Winter na Bolsa de Chicago foi de 6,5% em comparação a maio/23, com média de US$ 6,6006/bushel (US$ 242,53/t). O movimento de alta está atrelado às condições das lavouras dos Estados Unidos e do clima. Além disso, há preocupações quanto à não renovação do acordo de exportação de grãos entre Rússia e Ucrânia pelo Mar Negro. Já na Bolsa de Kansas, o contrato Julho/23 do trigo Hard Winter cedeu 3,3% de maio para junho, com média de US$ 8,1985/bushel (US$ 301,24/t) para o Hard Winter em Kansas. A baixa foi relacionada à desvalorização do milho, à menor demanda pelo cereal dos Estados Unidos e ao avanço da colheita norte-americana.

Confira o relatório completo Agromensais de Junho/2023.

 

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