Arroz: nada será como antes

A pandemia da Covid-19 e a desvalorização do real mudaram a perspectiva do mercado e a forma de o mundo avaliar o arroz cultivado em todos os quadrantes do globo terrestre e só superado em área e produção pelo trigo.

O arroz representa um terço da produção mundial de cereais e tornou-se ainda mais importante e estratégico para a segurança alimentar do planeta durante a pandemia mundial provocada pelo novo Coronavírus (Covid-19).

Mesmo atualmente com o maior estoque da história, estimado em 183 milhões de toneladas ou quase 275 milhões de toneladas, muitos países do mundo, entre eles os grandes exportadores, temeram ficar sem o abastecimento do produto, risco que alguns ainda correm e, por isso, aceleram e avolumam as compras.

Detentores dos estoques reavaliam suas estratégias. Em meio a tudo isso, o Brasil se consolida como player mundial, aproveitando a oportunidade gerada pelos baixos estoques dos Estados Unidos, e sendo favorecido pela desvalorização do real.

Depois da Covid-19, o “planeta arroz” não será mais o mesmo. Novas convenções estão formadas e, ainda que 70% dos estoques internacionais se concentrem na China e na Índia, e o mercado anual de compra e venda entre os países não passe de 50 milhões de toneladas, a segurança alimentar voltou a ser tema central, que impacta na sustentabilidade das nações, seja econômica, social, ambiental ou cultural.

 

Fonte: Planeta Arroz

Equipe SNA

 

 

 

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