A Lavoura nº 682 traz ‘Shiitake: mercado em expansão, produto de alto valor agregado’

23/01/2018|

Shiitake, depois do champignon, é o cogumelo mais consumido no Brasil e com a melhor perspectiva de crescimento no mercado. Foto: Divulgação A Lavoura

Durante muitos anos, o único cogumelo comestível e conhecido pela grande maioria dos brasileiros era o “champignon de Paris”. Apesar de ainda ser o mais consumido, outras espécies de cogumelos tornaram-se conhecidas no Brasil graças à influência dos imigrantes de origem asiática, em especial do Japão e China, e seu cultivo e consumo estão em plena expansão no País. É o que divulgou a Revista A Lavoura na edição nº 682/2011.

Cogumelos como o shimeji e o shiitake, cultivados para atender apenas a nichos restritos do mercado, foram ganhando o gosto de número cada vez maior de pessoas, revelando que o Brasil é, na verdade, um grande mercado ainda a ser explorado.

Esse panorama de um mercado em expansão, associado ao fato de que os cogumelos podem ser cultivados em pequenas áreas e possuem um valor agregado maior do que qualquer outro produto agrícola, tornam essa atividade de extrema importância para pequenos proprietários rurais.

A fungicultura, no entanto, é uma atividade que requer um suporte tecnológico adequado para que haja sucesso no empreendimento e cada espécie de cogumelo requer uma abordagem específica.

O shiitake, depois do champignon, é o cogumelo mais consumido no Brasil e com a melhor perspectiva de crescimento no mercado.

CULTIVO TRADICIONAL EM TORAS DE EUCALIPTO

O shiitake é o segundo cogumelo de maior mercado no Brasil. Seu consumo
vem crescendo a cada ano, gerando uma demanda reprimida, já que fora do Estado de São Paulo, o número de produtores é muito pequeno.

Hoje há uma grande demanda em vários estados, principalmente os do
Sul, Sudeste e Distrito Federal, mas as empresas que atuam como distribuidoras encontram dificuldades por causa do pequeno número de fornecedores.

O shiitake é um cogumelo de cultivo relativamente fácil em termos operacionais, mas nem sempre responde bem aos procedimentos de indução da frutificação, fazendo com que o produtor às vezes tenha dificuldade para manter o fornecimento do produto.

O sistema de cultivo mais tradicional para o shiitake no Brasil é o que utiliza toras de eucalipto, devido às facilidades operacionais e de infraestrutura.

Outras espécies arbóreas poderiam ser utilizadas para o seu cultivo, mas o eucalipto tornou-se a melhor alternativa pelo fato de ser um recurso renovável, dispensando a necessidade de utilização de espécies nativas, o que inviabilizaria por completo este sistema de cultivo, por razões ecológicas óbvias.

Várias espécies de eucalipto podem ser utilizadas, havendo uma restrição apenas para aquelas que produzem muita resina ou essências aromáticas como E. citriodora.

O processo de cultivo de shiitake em toras compreende as etapas de aquisição das toras, confecção dos furos, inoculação e vedação dos furos, incubação, indução da frutificação, frutificação e colheita e comercialização.

Continue lendo,  gratuitamente, a reportagem “Shiitake: mercado em expansão, produto de alto valor agregado” (páginas 15 a 19), no site da Sociedade Nacional de Agricultura, clicando aqui.

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Fonte: Revista A Lavoura – Edição nº 682/2011

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