
Com moinhos abastecidos, as negociações de trigo em grão seguem limitadas, indicam levantamento do CEPEA. Segundo o CEPEA, vendedores estão focados no desenvolvimento da safra, nos trabalhos de campo e também no início da colheita no Sul do Brasil.
Aqueles com necessidade imediata acabam cedendo aos preços pedidos, enquanto moageiras bem estocadas ofertam preços ainda menores. Além disso, a proximidade da entrada de maior volume da safra 2025, as boas expectativas de produtividade, a taxa de câmbio em patamares mais baixos e a ampla oferta mundial reforçam a pressão sobre as cotações internas.
Em agosto/25, a média mensal no Rio Grande do Sul foi de R$ 1.291,08 a tonelada, quedas de 2% em relação a julho/25 e de 12,20% em relação a agosto/24, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI). No Paraná, a média foi de R$ 1.433,50 a tonelada, queda de 2,90% no comparativo mensal e de 9,40% no anual. Em São Paulo, as quedas foram de 4,60% e 12,60%, respectivamente, com média de R$ 1.431,12 a tonelada em agosto/25. Em Santa Catarina, a cotação média foi de R$ 1.432,41 a tonelada, quedas de 0,60% e 7,60%, nesta mesma ordem.






