Embora Hong Kong e China tenham sido os principais mercados responsáveis pelo bom resultado das saídas brasileiras de carne suína em março, a intensificação das vendas para países africanos, como Angola e África do Sul, contribuiu para impulsionar os embarques do período.
De janeiro a março de 2018, a África do Sul já adquiriu 59% mais carne do que todo o ano passado, quando importou 3.100 toneladas. Apenas em março, segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), os embarques ao país sul-africano somaram 1.070 toneladas, mais que o dobro do mês anterior e 4,5 vezes acima do de janeiro.
Para Angola, os embarques aumentaram de 1.300 toneladas em fevereiro para 4.300 toneladas em março.
Quanto ao mercado interno, segundo pesquisas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), com as vendas de carne no atacado ainda em ritmo lento, frigoríficos seguem adquirindo novos lotes de animais vivos de forma cautelosa, cenário que mantém os preços do suíno enfraquecidos em muitas regiões acompanhadas pelo Cepea.
Fonte: Cepea






