Soja: Demanda para esmagamento sustenta preços da oleaginosa

No Brasil, na parcial deste mês (até o dia 17), os Indicadores CEPEA/ESALQ – Paranaguá (PR) e CEPEA/ESALQ – Paraná registraram altas de 1,80% e 1,30%, respectivamente – Foto: Canva

Soja

A firme demanda por soja para o esmagamento vem sustentando os preços internos e externos da oleaginosa. Pesquisadores do CEPEA destacam, contudo, que a alta dos preços acaba sendo limitada pela oferta global elevada.
Segundo o relatório deste mês do USDA, a produção mundial de soja em grão deve aumentar de 421.99 milhões de toneladas na temporada 2024/25, para 427.68 milhões de toneladas na safra 2025/26, um novo recorde. No Brasil, na parcial deste mês (até o dia 17), os Indicadores CEPEA/ESALQ – Paranaguá (PR) e CEPEA/ESALQ – Paraná registraram altas de 1,80% e 1,30%, respectivamente.

Milho

O movimento de queda nos preços do milho foi interrompido na semana passada em algumas regiões acompanhadas pelo CEPEA. Segundo pesquisadores do CEPEA, esse cenário está atrelado à retração de parte dos vendedores. A colheita da segunda safra tem avançado no Brasil, mas o ritmo das atividades ainda está abaixo do registrado no ano passado e em safras anteriores.
No entanto, demandantes também se afastam das aquisições no mercado spot, atentos a estimativas que indicam uma safra recorde no País e às exportações enfraquecidas. Pesquisadores do CEPEA indicam que esses consumidores vêm utilizando lotes negociados antecipadamente. Assim, a liquidez está baixa no mercado spot nacional.
Fonte: CEPEA
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