Feijão: Preços estão mais firmes; produção no Paraná deve cair

Quanto ao Carioca, as altas ainda prevalecem, com as variações mais intensas nos preços dos de notas entre 8,0 e 8,5, em comparação aos melhores tipos – Foto: Canva

Apesar da liquidez ter sido menor ao longo da semana passada, levantamento do CEPEA mostra que os preços médios dos feijões conseguiram se sustentar, especialmente os do feijão Carioca. Para o grão Preto, foram registradas variações distintas dentre as regiões. Quanto ao Carioca, as altas ainda prevalecem, com as variações mais intensas nos preços dos de notas entre 8,0 e 8,5, em comparação aos melhores tipos.

Enquanto isso, agentes consultados pelo CEPEA seguem atentos ao plantio da nova temporada nas diferentes regiões e às atividades de colheita em São Paulo, que está na reta final, e no Paraná, que está se iniciando. Especificamente no Paraná, maior produtor nacional de feijão e responsável por mais de 25% da oferta nas últimas quatro safras, a produção deve diminuir na safra 2025/26.

Segundo pesquisadores do CEPEA, as cotações registradas em 2025 têm desestimulado o plantio do grão. Dados do DERAL/SEAB indicam que no agregado, a oferta paranaense de 2025/26 pode totalizar 744.600 toneladas, 11,50% abaixo da de 2024/25.

Fonte: CEPEA#
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