
Ofertas limitadas nas principais regiões produtoras e o ritmo lento da colheita no Paraná, que é o maior produtor da segunda safra, sustentaram as altas dos feijões Carioca e Preto nas praças acompanhadas pelo CEPEA. Segundo pesquisadores do CEPEA, com o desenvolvimento mais tardio das lavouras paranaenses e as chuvas irregulares, que postergaram as colheitas, a disponibilidade do produto permaneceu reduzida na semana passada.
Em relação às estimativas da produção no estado, foram divulgados novos quedas para a temporada de 2025/26. Neste contexto, segundo o CEPEA, os preços do feijão Carioca se mantêm em alta neste início de maio. Os agentes estiveram atentos ao calendário de colheita no Paraná e à aproximação da frente fria na região Sul, mas permaneceram cautelosos quanto ao volume de negociações diante das cotações mais elevadas. O feijão Preto, por sua vez, ganhou destaque no interesse dos compradores e na demanda por novos grãos da segunda safra.






