
Após registrarem altas expressivas até meados de março e registrarem recordes, os preços do feijão passaram a cair nas últimas semanas do mês. Segundo pesquisadores do CEPEA, a pressão veio sobretudo da retração dos compradores, já que demandantes relatam dificuldades no repasse das recentes altas do grão para o atacado e varejo.
Vendedores, por sua vez, demonstram maior interesse em liquidar estoques, aproveitando os atuais patamares ainda considerados atraentes. Pesquisadores do CEPEA indicam que mesmo com o atual movimento de queda, a média de março ainda se manteve superior à de fevereiro para o feijão Carioca e praticamente estável para o Preto.
Dados do CEPEA/CNA mostram que para o feijão Carioca de notas 8 e 8,5, o preço médio de março subiu 6,70% em relação ao de fevereiro e expressivos 41,60% em relação ao de março/25, em termos nominais. No caso do Carioca de maior qualidade (notas 9 ou superior), a média mensal superou em 8,10% a de fevereiro e em 33,60% a de março/25. Já no segmento do feijão Preto, o preço de março ficou 0,20% abaixo do de fevereiro e ficou em linha com o de março/25, em termos nominais.






