Feijão: Após valorizações intensas em fevereiro, mercado inicia março em ritmo lento

A menor demanda resultou em quedas nas cotações desse grão em algumas praças, mas a restrição vendedora sustentou os preços em outras – Foto: Canva

Após a alta mensal recorde em fevereiro dos lotes de feijão Carioca de notas 9 ou superiores, de cerca de 30%, muitos compradores se afastaram do mercado neste começo de março. Segundo agentes consultados pelo CEPEA, há dificuldade no repasse das altas para o atacado e para o varejo, o que tem levado demandantes a priorizar a liquidação de estoques antes de retomar as aquisições. Assim, a menor demanda resultou em quedas nas cotações desse grão em algumas praças, mas a restrição vendedora sustentou os preços em outras.

Para o feijão Carioca de notas 8 e 8,5, a menor presença compradora, aliada ao maior interesse de venda, pressionou as cotações na primeira semana de março em todas as regiões acompanhadas pelo CEPEA.

Quanto ao feijão Preto, o equilíbrio entre a entrada da entressafra do Paraná, os estoques previamente formados e a perspectiva de redução de área na segunda safra paranaense tem sido um fator relevante nas negociações. Em relação aos preços do feijão Preto, a menor presença compradora resultou em desvalorizações em parte das praças.

Fonte: CEPEA
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