
Boi
Levantamentos do CEPEA mostram que o mercado pecuário como um todo segue em alta, com animais para abate, reposição e carne no atacado registrando preços maiores diariamente. As escalas estão, em muitos casos, entre 7 e 8 dias, o que, segundo explicam pesquisadores, mantém compradores com demanda ativa.
Na medida em que oferecem preços um pouco superiores, pecuaristas aceitam negociar e a liquidez melhora. Na parcial de agosto (até o dia 12), o Indicador CEPEA/ESALQ acumulava uma alta de 5,30%. Para a carcaça casada bovina comercializada no atacado da Grande São Paulo, a alta é de 6,40% no mês.
Suínos
Os preços do suíno vivo e da carne têm registrado novas altas em praticamente todas as regiões acompanhadas pelo CEPEA. Segundo agentes consultados pelo CEPEA, o impulso vem do aumento da demanda pela proteína suinícola, devido ao Dia dos Pais, além da típica elevação na demanda motivada pelo recebimento de salários da população.
No mercado da carne, pesquisadores explicam que depois de registrar baixo ritmo de vendas em julho, o maior consumo nesta segunda semana de agosto tem elevado a liquidez envolvendo produtos de origem suinícola.






