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Segundo o CEPEA, o mercado pecuário encerra janeiro com negócios e preços firmes. Em algumas regiões acompanhadas pelo CEPEA, reajustes nas cotações são realizados, impulsionados pela oferta restrita de animais. Diante da necessidade de completar as escalas, compradores acabam pagando os preços pedidos pelos vendedores.
No estado de São Paulo, levantamentos do CEPEA mostram que os negócios têm ocorrido majoritariamente entre R$ 325,00 e R$ 330,00. Para a carne com osso no atacado da Grande SP, ainda segundo o CEPEA, os preços dos cortes que vinham em alta enfraqueceram, refletindo o menor poder de compra dos consumidores em período de pagamento de tributos (IPVA, por exemplo) e fim do mês.
Suínos
Iniciada há cerca de três semanas, a queda nos preços persiste no mercado suinícola nacional, segundo o CEPEA. Segundo levantamento do CEPEA, em um mês, as quedas no mercado independente (spot) chegam aos 20%. Com isso, pesquisadores explicam que muitos produtores têm negociado o suíno vivo a preços muito próximos, ou até abaixo, dos registrados para a produção integrada. Ressaltam que historicamente, as cotações do animal no mercado independente operam acima das de produção integrada, devido aos maiores custos.
Quanto à carne suína, dados compilados da UN Comtrade, da Organização das Nações Unidas (ONU), e analisados pelo CEPEA mostram que a proteína brasileira foi a mais competitiva no mercado internacional em 2025, quando considerado o preço em dólar por quilo exportado. Atual terceiro maior exportador mundial, o Brasil registrou um preço médio de US$ 2,57 o quilo, enquanto os Estados Unidos e a União Europeia (respectivamente o primeiro e segundo maiores exportadores globais) registraram ambos média de US$ 3,18 o quilo.






