
Os preços internos do algodão vêm registrando pequenas oscilações desde a primeira dezena de outubro de 2025, mantendo uma diferença de apenas 4% entre o mínimo e o máximo. Segundo pesquisadores do CEPEA, as flutuações nos preços externo e do câmbio, a falta de dados econômicos que poderiam aumentar a demanda e o bom volume mundial de estoques de passagem dificultam o aumento dos preços praticados no Brasil.
No mercado spot nacional, enquanto vendedores consultados pelo CEPEA seguem fazendo caixa com as exportações e/ou com a colheita da safra de verão, compradores não demonstram necessidade de recompor estoques. Com isso, segue a “queda de braço” entre as partes, o que limita as reações de liquidez.
Em relação às exportações, o Brasil embarcou 316.860 toneladas de algodão no primeiro mês de 2026, volume 30% inferior ao exportado em dezembro/26 e 23,80% menor do registrado no mesmo período do ano passado (415.600 toneladas), segundo dados da Secex.






