Edição 698 d’A Lavoura trata dos desafios da aplicação aérea de defensivos agrícolas

08/11/2017|

“As restrições ao uso da pulverização aérea de defensivos agrícolas partem de uma visão errônea de que esta técnica apresenta maior risco do que as demais, quando tecnicamente todas as formas de aplicação de defensivos apresentam um potencial de risco”, diz engenheiro agrônomo Ulysses Antuniassi. Foto: Divulgação A Lavoura

Publicação da Revista A Lavoura – Edição nº 698/2014

Apesar de fundamentais na produção agrícola de larga escala, os defensivos agrícolas podem oferecer riscos, sendo necessário o emprego das boas práticas e de toda a tecnologia disponível para se evitar os possíveis danos que estes produtos possam causar à saúde humana e aos recursos naturais.

Parte dos produtos aplicados pode ser perdida para o ambiente pela deriva, que é a fração dos ingredientes ativos que não atinge o alvo, devido ao carregamento das gotas pelo vento, evaporação e outros processos.

É por conta desse processo de deriva que diversos países possuem legislação e normas quanto às faixas de proteção (sem aplicação) para cursos d’água, zonas habitadas, áreas de proteção ambiental, entre outras.

Muitos países também estão desenvolvendo sistemas de classificação e certificação de métodos de aplicação (com atenção especial ao seu potencial de deriva), assim como de modelos para estudar a dinâmica de defensivos agrícolas no ambiente. Este é o maior desafio da agricultura moderna, produtiva e segura.

RESTRIÇÕES

O cenário atual (de 2014, ano desta publicação) do agronegócio brasileiro tem se mostrado favorável à discussão de eventuais restrições ao uso de técnicas de aplicações específicas, com especial atenção à pulverização aérea. Parte desse processo vem de uma visão errônea de que esta técnica apresenta maior risco.

Do ponto de vista puramente técnico, todas as formas de aplicação de defensivos apresentam um potencial de risco, mas o nível atual de desenvolvimento tecnológico do setor permite que estes riscos sejam contidos e administrados.

Por essa razão, o tratamento fitossanitário com defensivos continua a ser uma das etapas mais importantes do processo produtivo das lavouras. O Brasil segue liderando o grupo de nações que mais produzem alimentos no mundo e o agronegócio brasileiro continua firme em sua importante colaboração para que tenhamos o crescimento econômico e social do País.

Continue lendo gratuitamente essa reportagem (páginas 18 a 22), entre outras, na edição nº 698/2014 da Revista A Lavoura.

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