Edição 697 d’A Lavoura mostra que informatização impede entrada de pragas exóticas

30/01/2018|

BD Pragas e o WikiPragas gerenciam dados globais das pragas associadas às principais culturas de interesse do agro brasileiro. Foto: Divulgação A Lavoura nº 697/2014

Um sistema integrado de banco de dados desenvolvido pela Embrapa Informática Agropecuária para o Departamento de Sanidade Vegetal (DSV), da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), busca facilitar os processos de análises de risco de pragas que atacam os produtos vegetais. É o que divulgou a Revista A Lavoura na edição nº 697/2014, nas páginas 36 e 37.

O BD Pragas e o WikiPragas gerenciam os dados levantados, em nível mundial, das pragas associadas às principais culturas de interesse do agronegócio brasileiro.

A importação de produtos vegetais, que são potenciais disseminadores de pragas, é normatizada pela Convenção Internacional de Proteção dos Vegetais (CIPV), a qual está vinculada ao Comitê de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias (SPS, sigla em inglês) da Organização Mundial do Comércio (OMC).

As Análises de Risco de Pragas (ARP) são procedimentos legais aprovados por todos os países integrantes da CIPV, e nacionalmente executadas pela Organização Nacional de Proteção Fitossanitária do Brasil.

Os objetivos são conhecer o risco de introdução de pragas perigosas associado à importação de produtos vegetais e indicar medidas para baixar o risco a um patamar aceitável, considerando o nível adequado de segurança adotado pelo País.

Essa ação é importante para impedir a entrada de pragas exóticas que podem causar prejuízos econômicos e comprometer a sanidade de algum produto vegetal cultivado em território brasileiro, além de favorecer a conquista
de novos mercados.

O aumento das transações do comércio exterior provocou grande demanda por essas análises, diz o pesquisador da Embrapa Informática Agropecuária, Carlos Meira, um dos desenvolvedores do sistema. Assim, o gerenciamento informatizado dos dados visa agilizar a elaboração das ARP, além de facilitar a atualização e a consulta das informações.

Ele explica que, quando se importa um produto vegetal pela primeira vez, ou de um novo local, é necessário identificar todas as pragas que atacam aquele produto e as que ocorrem no país de origem.

Continue lendo essa reportagem nas páginas 36 e 37 da edição nº 697/2014 da Revista A Lavoura, clicando aqui.

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Fonte: Revista A Lavoura – Edição nº 697/2014

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