Continua temporada de vacinação de equinos

22/01/2018|

Criadores precisam seguir rigorosamente o calendário de imunização de equinos, sejam eles da lida ou atletas. Foto: Divulgação

A manutenção da saúde dos equinos, de lida ou atletas, está diretamente associada ao rendimento e à produtividade. E a vacinação adequada é uma ferramenta estratégica, que garante o bem-estar dos animais e previne o surgimento de uma série de doenças graves que podem levar os cavalos ao óbito. Por isso, os criadores precisam seguir rigorosamente o calendário de imunização.

Com o avanço crescente do mercado equestre e do agronegócio por todo o país, os animais são frequentemente submetidos a aglomeração e ao transporte, práticas que estimulam à disseminação de doenças.

“A vacinação ajuda a proteger os equinos contra enfermidades colaborando para a manutenção da saúde animal, principalmente quando feita dentro do cronograma correto de imunização, por isso, é importante que os criadores sigam corretamente o cronograma de imunização. Os meses de janeiro e fevereiro marcam a temporada de vacinação contra Gripe Equina, Encefalomielite Equina, Tétano, Raiva e Garrotilho”, explica a gerente de Linha da Unidade de Equinos da Ceva Saúde Animal, Baity Leal.

A raiva e encefalomielite são transmitidas por um vírus. Essas enfermidades atingem o sistema nervoso dos animais, provocando uma série de distúrbios neurológicos, que, na maioria das vezes, levam o animal a óbito. Além disso, por serem zoonoses, essas doenças podem contaminar os humanos.

PROGRAMA NACIONAL

A vacinação dos equinos no Brasil segue as normas do Programa Nacional de Sanidade de Equinos (PNSE), que estipula quais vacinas são obrigatórias, como por exemplo, a de influenza equina, e quais enfermidades necessitam de notificação compulsória. No entanto, o programa de imunização pode variar conforme a localização da tropa, o tipo de atividade realizada pelo animal e, também, em casos de epidemias.

“É importante ressaltar que todo esquema de vacinação em equinos deve respeitar quesitos como quantidade e intervalo entre doses, além de seguir corretamente as necessidades de reforços de cada vacina”, finaliza Baity.

Fonte: Assessoria da Ceva Saúde Animal com edição d’A Lavoura

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